MEU CURRÍCULO LATTES
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Escrito por ZOLINA às 00h17
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Reportagem de hoje: - O PASTEL: SÍMBOLO DA GASTRONOMIA PAULISTANA
Quando o paulistano pensa em saborear um pastel, tem-se a imagem de que o local ideal para esta degustação seja uma feira, entretanto levando em consideração que o pastel “cresceu” expandindo-se para além dela; para as pastelarias especializadas.
É nesse momento que essa iguaria evidencia sua grandeza para a gastronomia paulistana, tornando-se acessível e passando pelo processo de democratização do consumo. O pastel é fruto de uma representação autêntica, é um elemento fomentador da gastronomia da cidade de São Paulo, contemplando seus aspectos históricos, conceituais e sua importância no dia-a-dia do paulistano.
Inúmeros são os guias gastronômicos da cidade de São Paulo e em todos sempre haverá um estabelecimento evidencie a diversidade desta iguaria, pois o pastel paulistano ajudou a construir identidades culturais.
Sabe-se por inúmeras fontes que a cidade de São Paulo é identificada por uma hospitalidade multifacetada, isto é, destaca-se por sua excentricidade e complexidade, tal qual o receptivo para o turismo de negócios e eventos, para os melhores hospitais que recebem pessoas de tantos estados somente para cuidar de suas saúde, das instituições de ensino e entre tantos outros móbeis está a nossa gastronomia, da qual tanto me orgulho.
O pastel surgiu na China, de modo que normalmente quando se pensa em alimentos provenientes do oriente, nos remetemos aos peixes; entretanto não é o caso do pastel, que é um alimento frito, saboroso. Afinal, quem nunca se encostou a um balcão para comer um pastel no meio do dia não sabe o que é ser paulista?
Quente, sequinho e bem recheado, é a estrela das feiras-livres, dos botecos e das praças de toda a cidade. Verdadeira mania entre os paulistanos, a guloseima surgiu despretensiosa, como uma versão brasileira do rolinho-primavera feito pelos chineses que chegaram ao país e tiveram de adaptar suas técnicas à matéria-prima disponível.
Vendo o pastel assim tão popularizado, fica difícil imaginar que foi graças a ele que grande parte dos japoneses que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial conseguiu driblar a discriminação. Na época, havia muito preconceito por causa da aliança formada entre alemães, italianos e japoneses.
Nesse contexto, a solução, ao chegar aqui, seria se fazer passar por chineses; e a melhor forma de colocar a idéia em prática foi abrir pastelarias onde quer que estivessem.
Sobre a popularização do pastel em terras nacionais, vale lembrar que em 1908 o Porto de Santos recebeu um navio com 800 imigrantes japoneses, a primeira safra deste povo em território nacional (MATOS, 2005, p.59).
Vale lembrar também os japoneses são considerados os “melhores pasteleiros”, principalmente nas feiras livres da cidade de São Paulo, ou seja, é no mínimo estranho não encontrar uma barraca japonesa numa feira da cidade; apesar de que isso foi sendo apropriado por outros povos; fator que demonstra que os orientais deixaram um legado.
O pastel e a feira têm uma ligação incrível, pois são espaços democráticos e acessíveis a qualquer cidadão, além disso não há quem resista ao cheirinho de um pastel frito na hora acompanhado, é claro, de um caldo-de-cana, que juntos passaram a fazer parte da gastronomia e de um conjunto de aspectos culturais de da identidade paulistana.
É quase impossível imaginar que uma pessoa que vá a uma feira volte para casa sem ter comido um suculento e tradicional pastel; pelo menos em São Paulo. Uma massa crocante, um belo recheio caracterizado por diferentes sabores e um preço culturalmente acessível; este é o “pastel nosso de cada feira”.
O pastel tornou-se um elemento de identidade paulistana, além de ser considerado um item típico no cardápio brasileiro, com recheios que podem variar e a introdução da culinária japonesa e chinesa, inserindo o pastel no Brasil, ajudou a construir também a nossa hospitalidade, pois o simples ato de comer um pastel, que não precisa ser degustado necessariamente numa feira, significa ter orgulho de ser cidadão paulistana, de viver numa cidade acolhedora, considerada uma das capitais mundiais da gastronomia, pois tem diversidade gastronômica também com cozinhas originárias de várias etnias, que vai do baião de dois ao caviar.
A combinação perfeita é a do pastel saboreado com um gostoso caldo de cana, produto cultural e genuinamente brasileiro, sem esquecer de que esta iguaria da culinária paulistana é uma importante fonte de renda auxiliando na geração e crescimento da economia paulistana.
O pastel do Mercado Municipal reúne interessantes atitudes humanas, pois as pessoas comem os pastéis famosos do “Mercadão” e fazem isso com interação, ou seja, prazer duplo. É no “Mercadão” que se tem talvez uma das mais famosas barracas de pastéis em São Paulo, na região central, onde um dos sabores mais prestigiados é o de bacalhau, que é recheado com batata, cebola, sálvia, noz moscada e pimenta, transformando-se em atrativo gastronômico turístico, uma verdadeira marca da cidade na configuração de sua hospitalidade.
Nas feiras, nas pastelarias, em casa como aperitivo, lanche da tarde, seja como for, o pastel ganhou diferentes dimensões e contextos para a gastronomia, e sua importância será configurada por alguns depoimentos de paulistanos que com suas experiências particulares incrementarão a semiótica em torno deste maravilhoso símbolo paulistano.
Do ponto de vista sociológico, é importante lembrar que o pastel consolida uma relação de hospitalidade, isto é, de reciprocidade nas interações humanas, pois as histórias individuais se passam numa pastelaria ou numa feira, entretanto é interessante destacar a capacidade de construção de identidades, ou seja, as pessoas se identificam com o pastel e voltam para saboreá-lo e mais, disseminam – no para outras pessoas, configurando essa construção e reconstrução do móbil do pastel, ou seja, o quanto ele influencia a vida das pessoas proporcionado-as um espaço democrático e evidenciando cmo todo paulistano é capaz de lembrar de alguma experiência vivenciada de forma cotidiana, em que o pastel esteve presente. É dessa forma que se percebe que o pastel ajudou a construir a história da cidade de São Paulo.
Portanto, é preciso lembrar que o pastel é um ícone gastronômico dada sua grandeza como elemento fomentador da gastronomia da cidade de São Paulo, contemplando seus aspectos históricos, conceituais e sua importância no dia-a-dia do paulistano.
Fontes
http:/www.canalkids.com.br/alimentacao/vocesabia/outubro02.htm
http://www.pastelandia.com.br/faq_popup.asp?cod=1
http://www.wikipedia.com.br/Pastel?culinária
http:// www.vivasp.com/Etcetera
http://www.canalkids.com.br/alimentacao/vocesabia/outubro02.htm.
http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=721&ph=2
http://www1.uol.com.br/economia/business/entrevista20030728.shl
http://www.ticket.com.br/GuiadeServicos/Estabelecimento.aspx?id_estabelecimento=111220&unidadeId=58048612000134&produto=8
http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=721&ph=2
Escrito por ZOLINA às 09h31
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Soneto do Anfitrião
O anfitrião é um carteiro, a entrega da correspondência é seu primeiro oficio.
O anfitrião é uma borboleta, constrói o casulo, transforma-se em lagartixa e sai pelo orifício.
O anfitrião é um poema organizado, com sons, com rimas, com metáforas e interstícios.
Hospitalidade, alteridade e prazer são seus resquícios.
O anfitrião é outrora forasteiro, outrora protagonista.
O anfitrião manda e obedece, paga e agradece.
O anfitrião é clássico, é marginal, é violão, é pianista.
O anfitrião é paciência, é solidariedade, é coração, é uma límpida prece.
Que anfitrião é este que não sabe vender, que não sabe sorrir e que não sabe ser?
Que anfitrião é este que não sabe atuar, que não sabe ensinar, que não sabe fazer?
Que anfitrião é este que não tem ciência, que não tem decência, que não vai crescer?
Ele empresta a cama, arruma a casa, dá comida e o coração.
Ele empresta os chinelos, estende a roupa, guarda os sapatos e estende a mão.
Não quer dinheiro, não quer sorriso, é anfitrião.
Frank Cabral
Escrito por ZOLINA às 00h29
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Soneto do Forasteiro
De longe, de perto, de lugar algum, chega
Na bagagem lembranças, expectativas, sonhos, incerteza
No olhar a solidão, o esquecimento, a memória, a delicadeza
A esperar não mais do que uma atitude sonora de presteza
De longe, de perto, de lugar algum, passa
Seu jeito de ser, de estar e suspeito de ser.
As roupas gastas, os sapatos esparsos o relaxa
Da dura viagem, cavalgada e trilha que se propôs a fazer
De longe, de perto, de lugar algum, o forasteiro é inocente, é diferente
Não sabe se será contemplado com a chama da hospitalidade
Chega com suas tralhas portando uma submissão que é o móbil, regente
De longe, de perto, de lugar algum, chega o forasteiro
Para Tupã, é o dono da casa, da cama, do alimento, do mundo inteiro
Leva do anfitrião a caridade no bolso, a hospitalidade na mala e a carteira, sem dinheiro.
Frank Cabral
Escrito por ZOLINA às 00h28
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DICAS PARA A PROVA DE METODOLOGIA- 1 LETRAS
QUERIDOS ALUNOS, A SEGUIR DICAS PARA ESTUDAREM PARA A PROVA
A) AS CONTRIBUIÇOES DE GALILEU PARA O CONHECIMENTO E CIÊNCIA.
B) RETOMAR AS DEFINIÇÕES DOS ELEMENTOS DO PROJETO DE PESQUISA NO SENTIDO DO QUE REPRESENTAM, NÃO DECORANDO, POIS ISSO NÃO COLABORA PARA OS ESTUDOS.
É BASICAMENTE ISSO. PEÇO COMPREENSÃO DE TODOS NO SENTIDO DE NÃO PODER ATENDÊ-LOS COMO EU GOSTARIA E COMO MERECEM, ENTRETANTO QUERO REGISTRAR MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS POR ME RECEBEREM COM CARINHO, RESPEITO, DISCIPLINA E SERIEDADE. SAIBAM QUE VOCÊS, QUERIDOS ALUNOS, SÃO A RAZÃO PELA QUAL AINDA CONTINUO COMPREENDENDO MINHA PROFISSÃO COMO OFÍCIO. MUITO OBRIGADO POR TUDO, DESCULPEM-ME SE ALGUMA VEZ FUI RÍSPIDO, MAS SAIBAM, AGI COM DEDICAÇÃO, AMOR E ESTUDO ENTENDENDO TUDO ISSO COMO VONTADE DE CRESCIMENTO INTELECTUAL A TODOS.
UM GRANDE BEIJO PARA AS MENINAS E UM ABRAÇO DE LONGA DISTÂNCIA AOS RAPAZES (RISOS)!
MEU SONHO É SEMPRE CONTEMPLAR COM SATISFAÇÃO A VITÓRIA DE TODOS NA VIDA.
COM AMOR, PROFESSOR FRANCISCO DE CASTRO MATOS
Escrito por ZOLINA às 14h23
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ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS DO PRJETO DE PESQUISA
1. TEMA
2. DELIMITAÇÃO DO TEMA
3. OBJETIVO (S) GERAL (IS)
4. OBJETIVO (S) ESPECÍFICO (S)
5. HIPÓTESE (S) DE TRABALHO
Escrito por ZOLINA às 14h16
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HOSPITALIDADE
(...) QUANTO MAIS AFLORADA É A PERCEPÇÃO DAS PESSOAS QUANTO À IDENTIDADE DE UM LOCAL E AS RELAÇOES INTERATIVAS DE QUEM VIVE NELE, MAIOR SERÁ A EVIDÊNCIA DE SUA HOSPITALIDADE (...)- FRANCISCO DE CASTRO MATOS
Escrito por ZOLINA às 13h03
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Categoria: Link
Escrito por ZOLINA às 12h09
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DENÚNCIA CONTRA O DEPARTAMENTO DE PERÍCIAS MÉDICAS DE SP
03 de janeiro de 2008
Francisco de Castro Matos, professor titular de cargo efetivo, 12 (doze) anos trabalhando como professor da rede pública estadual, no Estado de São Paulo, foi resolver um problema específico no Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo - DPMSP.
Trata-se da perda de seu protocolo de perícia marcada, o qual foi perdido, necessitando o professor de uma segunda via do referido documento. Ao chegar ao órgão, às 10: 10 da manhã recebeu uma senha de número 08. No painel marcava uma senha de número 126, ou seja, o número teria sido emitido por engano?
Não! Ocorre que a senha que Francisco recebera referia-se a uma segunda chamada pré-estabelecida, isto é, o número 126 do painel deveria chegar até o de 300, sendo zerado o painel, iniciando-se a chamada a qual o referido professor estava incluso.
Ao aguardar durante todo o tempo disponível, Francisco de Castro Matos foi atendido em 1: 38 (hum minuto e trinta e oito segundos). Do ponto de vista logístico e qualitativo, considera-se esse atendimento eficiente, no entanto, vale destacar que até chegar ao guichê do DPMSP para este rápido atendimento esperou por 3: 35 (três horas e trinta e cinco minutos).
A questão que permeia toda a discussão é: como é possível uma pessoa esperar mais de três horas por um documento que se expede em menos de dois minutos?
É um absurdo o descaso, a falta de respeito e também a incompetência da direção deste órgão, que não tem a menor capacidade de organização estrutural e que está não está preocupada com os problemas das pessoas que dos serviços se utilizam.
Hostilidade e ausência de alteridade são os principais símbolos que representam o Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo.
A descrição do cenário mostra uma funcionária tomando água de coco, outra contando piadinhas, outra com semblante mal humorado, um aglomerado de pessoas que não tendo onde se sentar obrigavam-se a sentar-se no chão, outras aguardavam de pé e uma forma de atender despersonalizada, sem olhar nos olhos das pessoas, como se fossem números ou mercadoria barata, ou como se estas estivessem pedindo favores a estas atendentes.
O pior é presenciar pessoas passando mal, com alteração da pressão por estarem em local não ventilado, quente e sem conforto, ou ver cidadãos com crianças de colo aguardando em pé numa lista denominada “preferencial” e ainda, ver mulheres grávidas aguardando horas pelo atendimento, sendo observadas por um segurança que transita no meio da multidão com rosto sisudo, antipático, demonstrando que está ali para intimidar as pessoas.
Por estas e outras ações de mesma representação é que está cada vez mais difícil acreditar que a educação é uma ferramenta de desenvolvimento humano, que as pessoas que trabalham no setor público são de fato merecedoras de tal cargo ou posto, afinal está claro que se estas pessoas trabalhassem numa empresa séria do setor privado, não durariam na função uma semana sequer.
Estas pessoas que trabalham nos guichês de atendimento do DPMSP são incapazes de sentir o problema dos outros e mais, agem de forma vil, com frieza e com consciência de que pouco importa o problema alheio.
Escrito por ZOLINA às 11h56
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